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terça-feira, 12 de junho de 2007


PORTUNHOL SELVAGEM TAMBÉM NESTES ENDEREÇOS




http://portunholselvagem.blogspot.com/




http://rociopurete.blogspot.com




http://paraguayemocionextrema.blogspot.com/




http://www.centopeia.net





http://www.cronopios.com.br




http://www.google.com




enviado por Douglas - às 14:34:36
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domingo, 10 de junho de 2007

www.rociopurete.blogspot.com

ROCÍO el nuebo librako dentre los inéditos de la delirante fase kreativa-ativa-ativa brota em Asunción bajo los Auspícios de Jakembó Ediciones el 20 de junio bajo el komando del poeta3f Cristino Bogado uno de los Kapos de Jakembó que viene poniendo fuego y movimento en el aparentemente frigido o kangyloneado ambiente literário de la Capital Paraguaya que ojalá um dia deje de patinar al servicio del Oro... Entom resolvi fazer um blógui para los que querem saber desse nuebo livro ROCÍO mais derivado que inspirado em um episódio paraguasho-felliniano que ocorreu em Punta del Este quando la Estrella Verdadera de la Selva Paraguasha hizo um fulminante Vuelo de Tetas y latigazos de Bombachita Kunu'u sobre los delirantes Narizes de 1500 paparazzis y super-vips... Parece que muita gente entra nesta puerra di blógui pra mironear vez em quando... Uns gostam... Outros detestam... To cagando e andando... Uns dizem que faço auto-marketing... Também cago e ando pra eles... En fin... Mas sei que tem gente que nem conheço e que gosta do que escrevo... E sei que tem uma ¿Estrella Vagaba? que escreveu um mail pru Joca Terrón me detonando (ele me perguntou um dia na Mercearia quem era aquela maluka que andava mandando mail pra todo mundo falando mal de mim...) En fim... Mas eu também tô cagando e andando pra ela... Porque sinto que ela mandou mesmo email pra muita gente me detonando... Bem como espalhou pro pessoal do curso de letras UFMS (inclusive para algumas professoras de quem ela tinha um ciúme doentio y de quem ela hoje lambe bola), enfim, ñembo histórias de que eu "acabei com a vida dela"... Non vou falar o nome da ¿Estrella Vagaba? pra non expô-la ao ridículo... Nem vou mencionar também outras fakadas traiçoeiras ridíkulas e infantilóides... Non duvido que ela ainda tenha inventado intrigas entre eu e algumas pessoas que publicaram textos numa revista que eu inventei pra que ela pudesse ter um meio de make money porque non conseguia emprego em Campo Grande... Fiquei calado muito tempo sobre isso... Mas mio silenzio estava sendo cumplice das calunias da kachorra vendida... Mas me desviei demais karambolettis... O Ademir Assunção é que sabe das coisas: o melhor mesmo é se perder en las kurvas de las Yiyis jazmins y carinhosas que perder tempo com problemitas idiotas... A festa de lanzamento do livro ROCIO será en la disko María Delírio tal ves o en otra disko qualquer de Asunción... Depois vamos percorrer algumas ciudades paraguayensis apresentando o livro e fazendo leituras... ROCÍO pra mim é um delírio ñembo-felliniano y guarango... Me caguei de rir escrevendo o livro... Tampouco cai en la trampa do versinho autoreferencialista que me tiene las bolas podridas... Eu isso.. Eu aquilo... Eu isso... Eu aquilo... ¡Ui! Non dá pra engulir... Ou textinhos cheio de citaziones babakas de personagens famozitos que revelam la abundante miséria mental... Non engulo mais! Van a la putana que los pariu! Metanse mil yakarés en la kola! Mas to me desviando di novo... ROCÍO ¿Nobelita Qumbiêra ou Poemário Wawankero? Todos están convidados para a farra de lanzamento del libro em Asunción por Jakembó Ediciones... E para continuar falando de la experiencia de ter escrito el tal ROCÍO resolvi criar um blógui para também kombater o kangylon... Mais detalles sobre o kangylon em mia koluna no site www.cronópios.com.br... Tá lá metade do livro inédito chamado !CHAU KANGYLON! Fiquei sabendo que parece que van a incluir textos mios em portunhol selbagem em apostilas de escolas de MS... ¿Quem será a maluka que considera mio pobre portunhol selbagem digno de respetables apostilas didátikas? Avanti... Entom resolvi criar a porra (como diz o Reverendo Xico Sá) a porra dum blógui pra falar desse livro que será lanzando em Asunción e komercializado a precios populí 20 mil guarakas que non valem nem 10 reais... E parece que vai ser um pest-seller del invierno paraguayensis... Ah... Ia esquecendo que o livro vai ser publicado também pela DULCINÉIA CATADORA, editora hermana da Eloísa Cartonera de Buenos Aires, que tem a participação da amiga querida luminosa generosa suave e sincera Lúcia Rosa... Na revista Trip deste mês tem uma matéria legal sobre Catadores em Sampa feita pelo grande Ronaldo Bressane em que a Dulcinéia é citada... Mas voltemos ao Paraguay porque agora estamos na Triplefrontera del Futuro a lo Yma... Entom eu criei o blógui ROCIO PURETE para publicar tudo que estiver relacionado com la delirante aventura jakembóika del libro ROCÍO... O enderezo du blógui é o seguinte: www.rociopurete.blogspot.com Porque manhana ya es hoy... Y hoy sempre será manhana...Y la Estrella de Néctar de Yégua nunka será um Pombero Kurepa!...

enviado por Douglas - às 06:57:52
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www.rociopurete.blogspot.com
ROCÍO el nuebo librako dentre los inéditos de la delirante fase kreativa-ativa-ativa brota em Asunción bajo los Auspícios de Jakembó Ediciones el 20 de junio bajo el komando del poeta3f Cristino Bogado uno de los Kapos de Jakembó que viene poniendo fuego y movimento en el aparentemente frigido o kangyloneado ambiente literário de la Capital Paraguaya que ojalá um dia deje de patinar al servicio del Oro... Entom resolvi fazer um blógui para los que querem saber desse nuebo livro ROCÍO mais derivado que inspirado em um episódio paraguasho-felliniano que ocorreu em Punta del Este quando la Estrella Verdadera de la Selva Paraguasha hizo um fulminante Vuelo de Tetas y latigazos de Bombachita Kunu'u sobre los delirantes Narizes de 1500 paparazzis y super-vips... Parece que muita gente entra nesta puerra di blógui pra mironear vez em quando... Uns gostam... Outros detestam... To cagando e andando... Uns dizem que faço auto-marketing... Também cago e ando pra eles... En fin... Mas sei que tem gente que nem conheço e que gosta do que escrevo... E sei que tem uma ¿Estrella Vagaba? que escreveu um mail pru Joca Terrón me detonando (ele me perguntou um dia na Mercearia quem era aquela maluka que andava mandando mail pra todo mundo falando mal de mim...) En fim... Mas eu também tô cagando e andando pra ela... Porque sinto que ela mandou mesmo email pra muita gente me detonando... Bem como espalhou pro pessoal do curso de letras UFMS (inclusive para algumas professoras de quem ela tinha um ciúme doentio y de quem ela hoje lambe bola), enfim, ñembo histórias de que eu "acabei com a vida dela"... Non vou falar o nome da ¿Estrella Vagaba? pra non expô-la ao ridículo... Nem vou mencionar também outras fakadas traiçoeiras ridíkulas e infantilóides... Non duvido que ela ainda tenha inventado intrigas entre eu e algumas pessoas que publicaram textos numa revista que eu inventei pra que ela pudesse ter um meio de make money porque non conseguia emprego em Campo Grande... Fiquei calado muito tempo sobre isso... Mas mio silenzio estava sendo cumplice das calunias da kachorra vendida... Mas me desviei demais karambolettis... O Ademir Assunção é que sabe das coisas: o melhor mesmo é se perder en las kurvas de las Yiyis jazmins y carinhosas que perder tempo com problemitas idiotas... A festa de lanzamento do livro ROCIO será en la disko María Delírio tal ves o en otra disko qualquer de Asunción... Depois vamos percorrer algumas ciudades paraguayensis apresentando o livro e fazendo leituras... ROCÍO pra mim é um delírio ñembo-felliniano y guarango... Me caguei de rir escrevendo o livro... Tampouco cai en la trampa do versinho autoreferencialista que me tiene las bolas podridas... Eu isso.. Eu aquilo... Eu isso... Eu aquilo... ¡Ui! Non dá pra engulir... Ou textinhos cheio de citaziones babakas de personagens famozitos que revelam la abundante miséria mental... Non engulo mais! Van a la putana que los pariu! Metanse mil yakarés en la kola! Mas to me desviando di novo... ROCÍO ¿Nobelita Qumbiêra ou Poemário Wawankero? Todos están convidados para a farra de lanzamento del libro em Asunción por Jakembó Ediciones... E para continuar falando de la experiencia de ter escrito el tal ROCÍO resolvi criar um blógui para também kombater o kangylon... Mais detalles sobre o kangylon em mia koluna no site www.cronópios.com.br... Tá lá metade do livro inédito chamado !CHAU KANGYLON! Fiquei sabendo que parece que van a incluir textos mios em portunhol selbagem em apostilas de escolas de MS... ¿Quem será a maluka que considera mio pobre portunhol selbagem digno de respetables apostilas didátikas? Avanti... Entom resolvi criar a porra (como diz o Reverendo Xico Sá) a porra dum blógui pra falar desse livro que será lanzando em Asunción e komercializado a precios populí 20 mil guarakas que non valem nem 10 reais... E parece que vai ser um pest-seller del invierno paraguayensis... Ah... Ia esquecendo que o livro vai ser publicado também pela DULCINÉIA CATADORA, editora hermana da Eloísa Cartonera de Buenos Aires, que tem a participação da amiga querida luminosa generosa suave e sincera Lúcia Rosa... Na revista Trip deste mês tem uma matéria legal sobre Catadores em Sampa feita pelo grande Ronaldo Bressane em que a Dulcinéia é citada... Mas voltemos ao Paraguay porque agora estamos na Triplefrontera del Futuro a lo Yma... Entom eu criei o blógui ROCIO PURETE para publicar tudo que estiver relacionado com la delirante aventura jakembóika del libro ROCÍO... O enderezo du blógui é o seguinte: www.rociopurete.blogspot.com Porque manhana ya es hoy... Y hoy sempre será manhana...Y la Estrella de Néctar de Yégua nunka será um Pombero Kurepa!...




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ROCÍO el nuebo librako dentre los inéditos de la delirante fase kreativa-ativa-ativa brota em Asunción bajo los Auspícios de Jakembó Ediciones el 20 de junio bajo el komando del poeta3f Cristino Bogado uno de los Kapos de Jakembó que viene poniendo fuego y movimento en el aparentemente frigido o kangyloneado ambiente literário de la Capital Paraguaya que ojalá um dia deje de patinar al servicio del Oro... Entom resolvi fazer um blógui para los que querem saber desse nuebo livro ROCÍO mais derivado que inspirado em um episódio paraguasho-felliniano que ocorreu em Punta del Este quando la Estrella Verdadera de la Selva Paraguasha hizo um fulminante Vuelo de Tetas y latigazos de Bombachita Kunu'u sobre los delirantes Narizes de 1500 paparazzis y super-vips... Parece que muita gente entra nesta puerra di blógui pra mironear vez em quando... Uns gostam... Outros detestam... To cagando e andando... Uns dizem que faço auto-marketing... Também cago e ando pra eles... En fin... Mas sei que tem gente que nem conheço e que gosta do que escrevo... E sei que tem uma ¿Estrella Vagaba? que escreveu um mail pru Joca Terrón me detonando (ele me perguntou um dia na Mercearia quem era aquela maluka que andava mandando mail pra todo mundo falando mal de mim...) En fim... Mas eu também tô cagando e andando pra ela... Porque sinto que ela mandou mesmo email pra muita gente me detonando... Bem como espalhou pro pessoal do curso de letras UFMS (inclusive para algumas professoras de quem ela tinha um ciúme doentio y de quem ela hoje lambe bola), enfim, ñembo histórias de que eu "acabei com a vida dela"... Non vou falar o nome da ¿Estrella Vagaba? pra non expô-la ao ridículo... Nem vou mencionar também outras fakadas traiçoeiras ridíkulas e infantilóides... Non duvido que ela ainda tenha inventado intrigas entre eu e algumas pessoas que publicaram textos numa revista que eu inventei pra que ela pudesse ter um meio de make money porque non conseguia emprego em Campo Grande... Fiquei calado muito tempo sobre isso... Mas mio silenzio estava sendo cumplice das calunias da kachorra vendida... Mas me desviei demais karambolettis... O Ademir Assunção é que sabe das coisas: o melhor mesmo é se perder en las kurvas de las Yiyis jazmins y carinhosas que perder tempo com problemitas idiotas... A festa de lanzamento do livro ROCIO será en la disko María Delírio tal ves o en otra disko qualquer de Asunción... Depois vamos percorrer algumas ciudades paraguayensis apresentando o livro e fazendo leituras... ROCÍO pra mim é um delírio ñembo-felliniano y guarango... Me caguei de rir escrevendo o livro... Tampouco cai en la trampa do versinho autoreferencialista que me tiene las bolas podridas... Eu isso.. Eu aquilo... Eu isso... Eu aquilo... ¡Ui! Non dá pra engulir... Ou textinhos cheio de citaziones babakas de personagens famozitos que revelam la abundante miséria mental... Non engulo mais! Van a la putana que los pariu! Metanse mil yakarés en la kola! Mas to me desviando di novo... ROCÍO ¿Nobelita Qumbiêra ou Poemário Wawankero? Todos están convidados para a farra de lanzamento del libro em Asunción por Jakembó Ediciones... E para continuar falando de la experiencia de ter escrito el tal ROCÍO resolvi criar um blógui para também kombater o kangylon... Mais detalles sobre o kangylon em mia koluna no site www.cronópios.com.br... Tá lá metade do livro inédito chamado !CHAU KANGYLON! Fiquei sabendo que parece que van a incluir textos mios em portunhol selbagem em apostilas de escolas de MS... ¿Quem será a maluka que considera mio pobre portunhol selbagem digno de respetables apostilas didátikas? Avanti... Entom resolvi criar a porra (como diz o Reverendo Xico Sá) a porra dum blógui pra falar desse livro que será lanzando em Asunción e komercializado a precios populí 20 mil guarakas que non valem nem 10 reais... E parece que vai ser um pest-seller del invierno paraguayensis... Ah... Ia esquecendo que o livro vai ser publicado também pela DULCINÉIA CATADORA, editora hermana da Eloísa Cartonera de Buenos Aires, que tem a participação da amiga querida luminosa generosa suave e sincera Lúcia Rosa... Na revista Trip deste mês tem uma matéria legal sobre Catadores em Sampa feita pelo grande Ronaldo Bressane em que a Dulcinéia é citada... Mas voltemos ao Paraguay porque agora estamos na Triplefrontera del Futuro a lo Yma... Entom eu criei o blógui ROCIO PURETE para publicar tudo que estiver relacionado com la delirante aventura jakembóika del libro ROCÍO... O enderezo du blógui é o seguinte: www.rociopurete.blogspot.com Porque manhana ya es hoy... Y hoy sempre será manhana...Y la Estrella de Néctar de Yégua nunka será um Pombero Kurepa!...
enviado por Douglas - às 06:38:53
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ROCÍO el nuebo librako dentre los inéditos de la delirante fase kreativa-ativa-ativa brota em Asunción bajo los Auspícios de Jakembó Ediciones el 20 de junio bajo el komando del poeta3f Cristino Bogado uno de los Kapos de Jakembó que viene poniendo fuego y movimento en el aparentemente frigido o kangyloneado ambiente literário de la Capital Paraguaya que ojalá um dia deje de patinar al servicio del Oro... Entom resolvi fazer um blógui para los que querem saber desse nuebo livro ROCÍO mais derivado que inspirado em um episódio paraguasho-felliniano que ocorreu em Punta del Este quando la Estrella Verdadera de la Selva Paraguasha hizo um fulminante Vuelo de Tetas y latigazos de Bombachita Kunu'u sobre los delirantes Narizes de 1500 paparazzis y super-vips... Parece que muita gente entra nesta puerra di blógui pra mironear vez em quando... Uns gostam... Outros detestam... To cagando e andando... Uns dizem que faço auto-marketing... Também cago e ando pra eles... En fin... Mas sei que tem gente que nem conheço e que gosta do que escrevo... E sei que tem uma ¿Estrella Vagaba? que escreveu um mail pru Joca Terrón me detonando (ele me perguntou um dia na Mercearia quem era aquela maluka que andava mandando mail pra todo mundo falando mal de mim...) En fim... Mas eu também tô cagando e andando pra ela... Porque sinto que ela mandou mesmo email pra muita gente me detonando... Bem como espalhou pro pessoal do curso de letras UFMS (inclusive para algumas professoras de quem ela tinha um ciúme doentio y de quem ela hoje lambe bola), enfim, ñembo histórias de que eu "acabei com a vida dela"... Non vou falar o nome da ¿Estrella Vagaba? pra non expô-la ao ridículo... Nem vou mencionar também outras fakadas traiçoeiras ridíkulas e infantilóides... Non duvido que ela ainda tenha inventado intrigas entre eu e algumas pessoas que publicaram textos numa revista que eu inventei pra que ela pudesse ter um meio de make money porque non conseguia emprego em Campo Grande... Fiquei calado muito tempo sobre isso... Mas mio silenzio estava sendo cumplice das calunias da kachorra vendida... Mas me desviei demais karambolettis... O Ademir Assunção é que sabe das coisas: o melhor mesmo é se perder en las kurvas de las Yiyis jazmins y carinhosas que perder tempo com problemitas idiotas... A festa de lanzamento do livro ROCIO será en la disko María Delírio tal ves o en otra disko qualquer de Asunción... Depois vamos percorrer algumas ciudades paraguayensis apresentando o livro e fazendo leituras... ROCÍO pra mim é um delírio ñembo-felliniano y guarango... Me caguei de rir escrevendo o livro... Tampouco cai en la trampa do versinho autoreferencialista que me tiene las bolas podridas... Eu isso.. Eu aquilo... Eu isso... Eu aquilo... ¡Ui! Non dá pra engulir... Ou textinhos cheio de citaziones babakas de personagens famozitos que revelam la abundante miséria mental... Non engulo mais! Van a la putana que los pariu! Metanse mil yakarés en la kola! Mas to me desviando di novo... ROCÍO ¿Nobelita Qumbiêra ou Poemário Wawankero? Todos están convidados para a farra de lanzamento del libro em Asunción por Jakembó Ediciones... E para continuar falando de la experiencia de ter escrito el tal ROCÍO resolvi criar um blógui para também kombater o kangylon... Mais detalles sobre o kangylon em mia koluna no site www.cronópios.com.br... Tá lá metade do livro inédito chamado !CHAU KANGYLON! Fiquei sabendo que parece que van a incluir textos mios em portunhol selbagem em apostilas de escolas de MS... ¿Quem será a maluka que considera mio pobre portunhol selbagem digno de respetables apostilas didátikas? Avanti... Entom resolvi criar a porra (como diz o Reverendo Xico Sá) a porra dum blógui pra falar desse livro que será lanzando em Asunción e komercializado a precios populí 20 mil guarakas que non valem nem 10 reais... E parece que vai ser um pest-seller del invierno paraguayensis... Ah... Ia esquecendo que o livro vai ser publicado também pela DULCINÉIA CATADORA, editora hermana da Eloísa Cartonera de Buenos Aires, que tem a participação da amiga querida luminosa generosa suave e sincera Lúcia Rosa... Na revista Trip deste mês tem uma matéria legal sobre Catadores em Sampa feita pelo grande Ronaldo Bressane em que a Dulcinéia é citada... Mas voltemos ao Paraguay porque agora estamos na Triplefrontera del Futuro a lo Yma... Entom eu criei o blógui ROCIO PURETE para publicar tudo que estiver relacionado com la delirante aventura jakembóika del libro ROCÍO... O enderezo du blógui é o seguinte: www.rociopurete.blogspot.com Porque manhana ya es hoy... Y hoy sempre será manhana...Y la Estrella de Néctar de Yégua nunka será um Pombero Kurepa!...
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www.rociopurete.blogspot.com
enviado por Douglas - às 05:23:49
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domingo, 2 de abril de 2006


Atencion amigos, lectores, inimigos em geral, detratores, invejosos de planton: a partir de hoje este blog portunhol selvagem poderá ser lido en nuebo enderezo: www.portunholselvagem.blogspot.com
Avisem, divulguem, passem la bola.
Aqui está difícil.
As vezes esta puerra non funciona.
As vezes parece que alguém mexe e ele fica fora do ar.
Para evitar nuebas perdas irreparáveis de tempo, me mandei pru blogspot, onde iniciei também o blog de los Bichos Paraguaios, inspirados en los bichos de la genial Índigo, uma das escritoras que mais têm me impactado nestes últimos meses.
Conheci a Índigo em Sampa, recentemente, onde ela me presenteou com suo belíssimo Perdendo Perninhas (Hedra, 2006).
Depois recebi dela o Saga Animal (Hedra, 2006), cheio di bichos raros.
Sin otro particular, bessos a todos y claro, mutcho carinho du Douglas Diegues

enviado por Douglas - às 23:05:25
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sexta-feira, 31 de março de 2006

Manifesto 2


A literatura de um país pobre
não pode ser pobre de idéias.
Pobre da arte de um país
pobre de idéias.
Pobre da ciência de país
pobre de idéias.
Num país pobre,
não se pode desprezar
nenhum repertório.
Muito menos
os repertórios mais sofisticados.
Os mais complexos.
Os mais difíceis de aceitar à primeira vista.
Lembrem-se de Santos Dumont.
Sempre haverá quem diga
que num país pobre
não se pode ter energia nuclear
antes de resolver o problema
da merenda escolar.
Errado.
Num país pobre,
movido a carro de boi,
é preciso por o carro na frente dos bois.

PAULO LEMINSKI.
enviado por Douglas - às 21:27:14
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quinta-feira, 30 de março de 2006

Agora vou escrever com sangue, amore, pra voce non ficar mais duvidando di porra ninguma. Agora vou escrever com sangue, assim, bermelho, pra voce acreditar que você es la minina mais bela que eu conheci nesta porra desta cidade. Com todos os teus defeitos. A mais linda. A mais sensual. A mais mágica. Ninguém te gosta como yo. Tô com febre. Tô doente. Non me deixe esperando tanto. Lava bem u cuzinho. Lava bem a bucetinha. Deixa só u teu cheiro. Faz logo os pés. Faz essas mãos. Depila as axilas com pinça. Se adorna. Se depila. Se enfeita. Fica bela pra mim. Fica linda pra mim. Fica gostosa pra mim. Fica cheirosa pra mim. Põe aquele salto que eu gosto. Põe o teu vestido de renda. Ou aquele vestido blue-jeans. Põe aquela calcinha que yo amo. Põe aquele bracelete que bocê gosta. Põe aquele sutiã que voce curte, aquele que você acha o mais sensual. Non esquece de la maquiagem. Gosto du jeito como você combina las cores. Bocê nunca fica brega nem chique. Bocê fica mais bela, mais selvagem , mais civilizada, mais charmosa, sei lá, mais gostosa. U pôr du sol combina com tus lábios carnudos y bermelhos. Ven. Non me faça esperar tanto. Mente que vai pro cinema com amigos. Vem. Antes que escureça. Ven, despenteada, cachos bermelhos, despenteada, lábios carnudos, graça y simpatia. Ven. Danço. Danço com você u Ibrain Ferrer nos altos da avenida. Bessos. Bessos carnudos. Bessos enamorados. Bessar bessos di lengua. Até curar sua epilepsia. Até us lábios ficarem bermelhos. Vem que eu preciso te achar linda. Colocar bocê assim. De 4. Como você gosta. Admirar tuas belezas abençoadas. Contemplar tua graça. Deixar você se abrir. Inteira. Pra mim. Admirar as pintinhas ao lado du klit. Bessar teu sexo, teu sol. Mamar en tua concha. Mamar daquele jeito, lembra?, daquele jeito que bocê mais gosta. Deixar u mel escorrer legal di tua concha. Deixar u mel da tua buceta inundar los lençóis. U perfume du mel da tua buceta me enfeitiça. Y cuando você pedir, põe amor. Cuando bocê pedir, põe amor. Enton yo enterro. Lentamente. Mio pau. No mel di tua buceta. Enfio gostoso. Y bocê geme. Geme y se delicia. Qué hermoso es uma minina dando sua buceta abençoada, enamorada, pru seu minino. Y bocê enton começa a se masturbar. Di 4. Enquanto yo dou estocadas no mel de la buceta. Você começa a dizer assim amor, assim amor, assim amor. Você parece que nunca deu tan gostoso em sua vida. Você se abre inteira e avisa que vai gozar. Você goza di quatro. Como uma princesa. Que hermoso es ver você gozando di 4 como una princesa! Yo continuo com mio pau dentro du mel de la concha. Você faz movimentos que me deliciam. Como bocê es linda! Vou gozar. Não preciso dizer nada. Bocê sempre sabe quando vou gozar. Você retira mio pau di tua concha y lo coloca entre suos lábios carnudos. Bocê se delicia chupando mio pau como uma princesa afroguaranga. Me encanta. Me mima. Mi mama. Diz que vai me amar pra sempre. Diz que é solamente minha. Diz tudo isso com mio pau em sua boca. Enton eu gozo. Gozo em sua boca. Enquanto gozo em tua boca bilhões de soles y estrellas explodem dentro de mim. Depois, desmonto. Bocê em cima de mim. Respiro com dificuldade. Olho pra voce. Teus olhos brilham. Olhos di malicia y ternura. Nunca tinha reparado. Como son bellos. Olhos di minina ingênua. Olhos cor di mel selvagem.


enviado por Douglas - às 12:10:13
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quinta-feira, 23 de março de 2006

Entonces, minina, que lluevam bucetas, que chovam bucetas sobre mio corazom. Que chuevam bucetas sobre mia lengua macia. Que chuevam bucetas sobre mio mel. Que chueban bucetas sobre mios lábios. Que mias faces fiquem cor di rosa de tanta chuva di bucetas! Que chuevam bucetas sobre meu corpo. Que chuebam bucetas sobre mio pau. Que chueban bucetas sobre mias paranóias. Que chuevam bucetas sobre meus desesperos inúteis. Que chuevam bucetas nas noites de lua cheia pra eu te esquecer mais rápido do que imaginava que esqueceria. Que chuevan bucetas de mininas virgens. Que chuevam bucetas de adolescentes felizes sem grandes problemas existenciales. Que chuevam bucetas de mulheres problemáticas. Que chuevam bucetas de mininas paralíticas. Que chuevam bucetas de neguinhas. Que chuevam bucetas y leche y miel sobre la miséria du corpo. Que chuevam bucetas sobre mio túmulo. Que chuevam bucetas sobre a fronteira do Brasiu com u Paraguai dentro do mio corazom di melon. Que chueban bucetas sobre a mesquinharia di Campo Grande, São Paulo, Asunción, Curitiba, Buenos Aires y Rio de Janeiro ao mesmo tempo. Que chueban bucetas sobre mias dúvidas cruéis. Que chueban bucetas enquanto amanhece. Que chuevam bucetas salbajes. Que chueban bucetas cor di rosa. Que chueban bucetas chocolates. Que chueban bucetas depiladas. Que chueban bucetas velludas. Que chueban bucetas di mel. Que chueban bucetas carnudas. Que chueban bucetas loiras. Que chueban bucetas gordas. Que chueban bucetas magras. Que chueban bucetas afroguarangas. Que chueban bucetinhas morenas. Que chueban bucetinhas adolescentes. Qué chueban bucetas coroas. Que chueban bucetas charmosas. Que choban bucetas felizes. Que chueban bucetas mininas orquídeas. Que choban bucetas belas. Que choban bucetas feias. Porque todas las bucetas son belas, mismo las feias, mismo las mais feias, o importante é que chueban bucetas sobre las calles de Asunción em mio corazom, sobre mio corazom idiota, sobre mio corazom que non se vende, que chueban bucetas sobre mio corazom de poeta. Todos vão parar para assistir a essa chuva. Que chueban bucetas sobre las análises idiotas. Que las bucetas chovam mel. Que non trabalhem. Que chovam mel di sol de las bucetas. Que chovam água perfumada. Que chovam bucetas sobre Ponta Porã. Que chueban bucetas sobre Campo Grande. Que nunca deixe de chover bucetas sobre nossos corazones. Porque non sou bundon. Porque sou poeta. Porque corro o risco. Porque não quero ser famozinho. Que chueba una bella llubia di bucetas. Y sobretudo, que chueba, quando eu non estiver esperando mais nada, que chueba tu buceta cremosa y u teu cuzinho chocolate en la noite di vodka flerte romantismo carinho K-Y delizias y suaves mariguanas.
enviado por Douglas - às 01:46:41
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sábado, 18 de março de 2006

BICHOS PARAGUAIOS

Inspirado nos bichos da Índigo, acabo de inaugurar un nuebo blog chamado Bichos Paraguaios. Agora também quero escrever por allá pelos menos uma vez por semana. Bessos a todos. Até a los enemigos estou mandando bessos hoje. Porque hoje estou feliz. E puento final. O endereço do nuebo blog é o seguinte: http://bichosparaguaios.blogspot.com

Douglas Diegues
Campo Grande, MS
Março, 2006

enviado por Douglas - às 17:13:31
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sexta-feira, 17 de março de 2006

Aqui tambiém. Aqui tambiém las personas fazem muita pose. Pose pra comer. Pose pra falar. Pose pra mandar. Pose pra seduzir. Pose pra trabalhar. Pose pra comprar. Pose pra vender. Pose pra caminar.
Aqui tambiém, cidadi morena llena de añamembys y gente bem intencionada que amam El Arte y La Cultura, aqui tambiém las personas fazem pose demais.
Onde quer que eu vá, onde quer que eu entre, onde quer que eu olhe, onde quer que eu passe, hay sempre alguiém fazendo pose. Pose de importante. Pose de chefe. Pose de mel. Pose de normau. Pose di Artista. Pose de minina diferente. Pose de escritor laureado.
En los puteros, en los bancos, en las igrejas, en los bares, en los butecos decadentes, hay sempre alguiém fazendo pose de sábio. Pose de rebelde. Pose de revolucionário. Pose de mierda. Pose de homem de verdade. Pose de trapo. Pose de mulher de verdade. Pose de poeta maldito. Pose de grande músico regional. Pose de minina moderna. Pose de vagabunda chique.
Em vernissages, em aberturas de coletivas, em exposições beneficientes, nunca faltam poses de Grandes Conhecedores Del Arte y De La Cultura.
Também non faltam imbecis arrogantes y orgulhosos de si mesmos posando de intelectuais, posando de críticos literários, posando de grandes pensadores, posando de especialistas em Literatura Universal, ilustres comemierdas, por los bairros y las ruas y los edifícios de la cidade morena.
La própria ciudade morena, Campo Grande, faz pose. Pose de capital. Mas é una ciudade atrasada. Provinciana. MMesquinha. Mesmo assim nem tudo está perdido por aqui.
Nem tudo está. Nem tudo. Nem.
Por que?
Porque em meio a tanta pose, existem mininas como bocê, bella minina-chocolate, que nunca faz pose.
Porque solamenti bocê, doce minina-chocolate, solamenti você é, está, chupa mio pau, depois mio dedo peludo, suga mio dedo, com suos lábios carnudos, mama mio dedo peludo, y depois, com amor, retira, mio dedo, de tua boca, y lo enfia, lentamente, sem pressa, lo enfia, assim, em tua buceta cremosa y chocolate, e me bessa em la boca ao mesmo tempo.
Solamenti bocê non faz pose.
E isso me deixa feliz.
Saber que você é, está, flor carnívora di mel y chocolate, me faz muito bem.
Só bocê non precisa fazer pose.
Você é.
Tomara eu non morra. Tomara que boce non morra. Tomara que a gente non morra antes de se ver nem que seja mais uma vez.

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quinta-feira, 16 de março de 2006

O corazom duele. Parece que vai explodir. Estoy abandonado. Estoy aprendiendo a andar sozinho outra vez. Non conozco ninguém nuebamente. Nin quero conhecer muita genti. Aliás de muita genti yo faço questão de ficar cada vez mais longe. É sempre assim: quanto mais preciso de voce, mais bocê me some. U capeta se infiltra em mio corpo y faz yo quebrar tudo y depois vai embuera y yo levo la fama. Claro que voce non vai acreditar em mim. Isso também ya estaba previsto pelo capeta. Foda-se enton. Adeus. Chau. Era uma vez u mio esperma mesclado com u sangue de tuo corazom. Mas chega. Chega de lamentaçom. Chega de dar mole. Estou sozinho no culo du mundo. Sozinho y doente. En la mierda. Caído. Broxa. Fudido. Sem um amigo di verdade. Sem uma amiga di verdade. Sem namorada. Sem amante. Abandonado na noite primitiva du Matto Grosso du Sul. Destesto a palavra Rural. Foda-se u blues rural. Foda-se u rock rural. Foda-se essa música broxante. Non consigo engolir. Non tengo ningum pariente aqui. Non tengo primas nem primos. Non tengo carinho di mamãe. Non sou di familia importante. Detesto coluna social. Non tengo irmã pra me consolar. Nem amigas de minha irmã pra brincar comigo di cinema americano. Chau. Espíritus di porco invejosos falam mal de mim. Gente falsa e interesseira ronda minha casa. Querem beber mio sangue. Querem sugar hasta la última gota du mio mel. Espiritus di porcos invejosos. Artistas guaús. Músicos guaús. Cineastas guaús. Todos querem beber la porra que sai du mio pau pra ficarem mais belos.
enviado por Douglas - às 15:45:09
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sábado, 11 de março de 2006

Sou nuebo en la ciudade. Y apesar de conhecer bem esta cidade, non conheço, non conozco quase porra ninguma por aqui. Enton la minina-chocolate me ensina u nome de las ruas. Com suo sorriso lindo entre us lábios carnudos. Tamandaré, Alberto Seibin, Bandeirantes. Entre um flerte y outro. Romanticamenti. Me ensina u nome dus bairros: Taveirópolis, Vila Carvalho, Tiradentes, Moreninhas, Aereo Rancho. Passeamos di manos dadas. Parecemos dois cúmplices. Le miro con malicia. Lábios carnudos. Cachos bermelhos. Belleza afro-guaranga. Mel y chocolate de los infiernos guaraníticos. Acaricio seu rosto. Sem pressa. Afagos. Delicadezas. Y ella continua a me ensinar los nombres de las calles di outros bairros. Rio Grande du Sul, Amazonas, Altos de la Afonso Pena. Batidinha di vodka es nostra chicha. Bebemos sem pressa. Uma di morango, pra ella. Uma di abacaxi, pra mim. Passeamos sem pressa e sem rumo por las calles oscuras di Campo Grande, Corumbá ou Lagoa Santa. U automóvel desliza gostozo por las calles asfaltadas. Quero um besso biem carnudo. Ella adivinha mios pensamentos. Le miro salvajemente. Ella gosta desses ollares primitivos e verdadeiros. Ella fica sem graça. Suas pernas ficam moles. Seu corpo di mel y chocolate amolece gostozo. Sem graça ella me beija la boca. Sem graça ella me beija bessos carnudos. Depois pega, gostozamente, u meu pau, y aperta, u mio pau, com delicadeza. Cómo bessa biem mia bella minina! Enquanto me bessa, me abre la braguilla, tira u pau pra fora, se abaixa, y empieza. Empieza a mamar gostozu. Cómo chupa! Cómo mama biem! Como chupa biem mia bella minina-chocolate! Como gosta di mamar gostoso em mio pau. Magia de lengua y lábio. Quanto mais ella chupa, mais me fico encantado. Encantado, dirijo u carro. U carro que parece que flutua. Enquanto ella mama. Mama apasionadamente. Digo que quero ser seu minino, seu macho, seu amor, seu amante, seu homem, pra sempre, que nunca vou trocar ella por outra. Elogio sua belleza. Elogio seus Lábios Carnudos. Digo que Ella es u lado bello desta cidade feia. Digo que ella es lado mágico desta cidade sem magia. Adoro suas tetas caídas. Me apaixonei por sua boca carnuda. Amo sua buceta cremosa. Ella mima mio pau com la lengua enquanto u mundo se acaba di verdade. Ella diz que vai ser minha sempre mesmo que um dia se case com outro.
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sexta-feira, 10 de março de 2006

Non sei como yo y la Minina Chocolati y la Minina de cachos loiros y ollos azules viemos parar aqui nesta cama imensa. Estamos abraçados. Y nos bessamos. Nos lamemos. Nos passamos la lengua. Delizia. Sonho. A beleza dos sexos. Os beijos carnudos. Tudo muito real. Enquanto le besso a la Minina loira di ollos azules, contemplo la Minina Chocolate, extasiada. Encuanto besso los lábios carnudos de la Minina Chocolati, admiro la Minina Loira Salbaje di Ollos Azules. Estoy entre las duas. Y agora nos bessamos los três. Bessos de lengua y de lábios carnosos. Bessos salbajementi demorados. Bessos jovens, imaturos, imorales. Com los dedos di nifeta La Minina Chocolati alcança u clit da Loira Salbaje di Olhos Azules. Gemidos. Sorrisos maliciosos. Lambo u sol de la Minina Chocolati. Lambo u sol de la Loira Salbaje di Ollos Azules. Sol quer dizer cu. Depois me afasto. Y deixo las duas se beijarem com bessos di lengua. Elas se beijam longamenti. Esquecem de mim. Mas depois lembram que yo também existo y mi trazem pra pertu de ellas. Me bessam com seus lábios carnudos. Me acalmam com seus sexos macios. Me encantam com suas tetas generosas. Me fazem gozar com suas lenguas enfeitiçadas. Me fazem gozar. Com u pau. Com u cu. Com la lengua. Enquantu eu gozo, a porra jorra gostozamenti, a Minina-Chocolate diz que ela quer beber tudo sozinha y sua vontade es feita. La Minina Loira concorda que da próxima vez es ella quem vai beber tudo sozinha. A minina-chocolate continua mamando deliciosamente como somenti ela sabe mamar. Despues vamos apagar, los três, exaustos. Depois vamos acordar. Já vai ser di noite. Y eu vou lavar louça. Y depois vou fazer uma comida bem gostosa pras duas. Depois vou mimar elas. Vou enche-las de carinho. Y elas novamenti vão gozar primeiro. Y eu vou gozar por úlltimo. Despues, bien despues que elas estiverem dormindo cada uma con una sonrisa a la flor de los lábios, aí sim vou dormir gostoso entre as duas mininas mais lindas do mundo.
enviado por Douglas - às 18:24:31
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quinta-feira, 9 de março de 2006

Não, non me venha mais com papel de vítima, coitadinha y fuerte. Assume que bocê es frágil, frágil y doente como uma flor. Assume porra! Assume que bocê es tan cruel como los monstruos que gustam di comer carne crua. Chega de pose de vítima. Non combina com você. Aceita suo dolor numa boa. Y bola pra frenti. La mierda que bocê usa pra ferir tem muitos nomes y duele mais que tapas na cara. Assume que você fala mal di todo mundo como agora fala mal de mim prus otros. Assume que bocê non es confiable. Y pára com esas reclamaciones chorosas. Você plantou. Você plantou tudo. E agora vai ter que colher. Ninguém mandou você plantar porra ninguma. Agora vai ter di colher. Aceita u dolor sin alarde. Mas non me venga mais com pose di coitada. Nem finja que non está ouvindo. Chega di falsidade. Assume porra! Assume que você é ruim, egoísta, falsa, só pensa em você, em você y em você, siempre primero en bocê. Que em sua imaginacione bocê está siempre en primeiro lugar. Assume, porra!, que sem eu nunca mais bocê vai ser feliz. Nunca mais bai gozar primero que eu. Nunca mais vai ser tan feliz con tan poco.

enviado por Douglas - às 13:06:54
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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2006

PORTUNHOL SALBAJE EM ALEMÃO

Recentemente amigos alemanes traduziram um soneto salbaje mio a la leguna de Goethe y otros añamembys de alto nibêl. U soneto foi publicado originalmente en Uma Flor Na Solapa De La Miséria (Eloisa Cartonera, Buenos Aires, 2005). Fiquei muito feliz e perplexo por ver um texto escrito en el culo mismo del mundo, la frontera misma du Brasiu com u Paraguay, traduzido a la lengua alemana. Arigatô Timo e Odile!

Latin.Log 7:
Douglas Diegues


Ohne Titel

Viecher die Profit abwerfen
Viecher wo keiner ebbes davon hett
Viecher die Blüten bekommen
Viecher wo net blühe

Viecher wo ondre Viecher ufffresse
Viecher die hochvornehm sind -- oder tierisch
Viecher aus Mist und Mysterium
Viecher uffm Acker und vun dert obbe

Viecher die erotisch oder paranoid sind
Viecher wo ma halt kennt oder wo exotisch sinn
Viecher die Milch geben
Viecher die gibt's gar net

kennt fascht ein Stück von sellem berühmten Ionesco sein
Viecher dass kein Viech ebbes zu bruddle hett.


(Übertragung aus dem Portuñol ins Badisch/Hochdeutsch von Odile Kennel)



Sin título

animales que dan lucro
animales que no dan lucro
animales que dan flores
animales que no dan flores

animales que se alimentam de animales
animales refinados - ou bestiales
animales feitos de bosta y mistério
animales terrestres y aéreos

animales eróticos ou paranóicos
animales comunes ou exóticos
animales que dan leite
animales que non existem

parece até una peça del gran Ionesco
animales pra animal ninguno botar defeito


Douglas Diegues wurde in Rio de Janeiro geboren und wuchs in Matto Grosso do Sul, nahe der paraguayanischen Grenze auf, wodurch er dem "portuñol" verfiel. Seitdem schreibt Diegues in dieser Mischsprache aus Spanisch und brasilianischem Portugiesisch. Zuletzt veröffentlichte er wilde Sonette unter dem Titel "É gostoso andar desnudo por estas selvas".


enviado por Douglas - às 11:52:39
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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2006

KANESE BERSUS LA KARETICE POÉTICA EN PARAGUAY

Pero qué delízia para mis pobres oubidos son los textos de Kanese! Les felicito a la gente de Jakembo por la feliz idea de publicar cosas de Kanese. En Paraguai la poesia fue casi siempre careta, casi siempre caretona. Hasta el tan alabado Augusto Roa Bastos, que escribió cosas como Yo El Supremo também escribió algunos poemas caretas, como un soneto caretón en homenage a Stroessner y a Perón!
Malainfluencia del buen gusto literário europeu?
Que sé yo.
Pero Guido Rodriguez Alcalá tiene cópia de ese soneto.
En fin.
No quero probar nada ni porra ninguna.
Pero la poesia de Kanese rompe com esa caretice. La poesia de Kanese es baja. No tiene nada que ver con las pretensiones caretas de la alta literatura. Es una literatura que se nutre de la calle, no de las bibliotecas lujuosas o de los museus. Es una literatura que incorpora vocablos del espanhol más refinado mesclados con expressiones robadas de la boca de la gente que transita diariamenti por el mitológico Mercado 4.
Si hay algo que lastimar es que las professoras paraguayas asi como el MEC no meten aun Kanese en sus clases de literatura. Ai qué bueno seria si empezassem a meter más Kanese en las escuelitas paraguayas de la capital y del interior!, qué bueno seria para los jóvenes que desean escribir una poesia más viva, qué bueno seria para los jóvenes se tocarem lo antes posible que la literatura puede ser uma cosa viva, uma cosa nueba, uma alegria kurupicha! Avante Jakembo!

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POEMAS DE JORGE KANESE ROBADOS DEL
KURUPI DE LITO CRISTINO Y MONTSERRAT


[http://kurupi.blogspot.com]

A mil-i la popurri de "La conspiración de los ginecólogos"


Vuelta al klítoris en 80 mundos.
¿Por qué llegó el kulo a ser la perdición del ente humano? Las partes pudendas y posteriores alteraron los ritmos, las hormonas, el celo; hasta la postura (maldita de la bipedestación) que produjo el hacinamiento, la miseria y la depilación de este pobre planeta. ¿Por qué raro mecanismo pudo llegar una kosa así a enfermarnos tanto? ¿Ingeniería genética? ¿Abandono de dios? Usar sexo como método-escalera para trepamiento espiritual. Directo. Así al menos se pueden explicar algunas cosas. El falocentrismo. El matriarcado y la klitoridokracia contemporánea. Bicho humano hacer todo al revés. Pensar cuando dormir. Dormir mientras vivir. Hasta el placer es un fenómeno-fetiche marginal. Se gasta la atención, la inteligencia en ¡tantas! boludeces cotidianas. Cuando debe ser al revés. Sexo más conciencia debería llevarnos al menos a la plenitud de una cons-ciencia vaginal o a soberbio tembó tuichaporä laburador. Konchita Teodolina: quiero proponerte algo simple, útil, fácil de practicar. Y por si todo marketing fuera poko: gratis. Misterio del homo sapiens no sapiens



Tatú pochý.
Recontraconspiremos. A favor y más bien en contra de los ginecólogos. Amos absolutos de esta pobre ideo-globalización. Idiota. Nuestro ser podría estar tan cerca (o tan lejos) de dios como una planta o un perro. Pero resulta tan fácil joderlo que da lástima. El mal uso que se ha hecho de la materia gris lo (man)tienen estampillado contra el murallón. La eternidad (n)os pasará de largo. De tanto pasar y repasar los pliegues de la cueva, Konxita era conciente de una felicidad atípica. Tan golosa y liquida que la dejaba flotando a orillas del río de un más allá esponjoso, adorable, casi infantil. ¿Para qué los mitos, la mística? Reciclemos xe-mamá. El tembo-kañón no engaña. Tamaño. Contundencia. El mundo civilizado nunca-tuvo-luego sentido. Káskara y basura. Sólo sirve para emparchar-justificar la paranoia. Pensar que el hombre salvará a la especie. O que la poesía redimirá al planeta. ¿Cómo pude creer en semejantes bodrios? Las orgías impacientemente interminables son contraproducentes. Aun los métodos alternativos han fracasado. ¿Saturar la realidad? Más vale salir de la miseria por la puerta de atrás. Embalarse y friccionar milímetro a milímetro (horas) las zonas más erógenas del cuerpo del otro/a. La temperatura de Tembolicho era tan descomunal que casi se aplazan; y aunque la nota era baja KXT estaba contenta. Ya mejorarían. ¿Saber morir? Ma-mejor que nada sobre nada. Chau mi kachuchón prepotente. Ya ni quiero ser conciente (ikatú: in situ). Prefiero ser animal.


Mi amigo el Gordo.
¡Abran carajo! bramó el Gordo. ¡Abran carajo, qué se creen! De un imponente patadón destartaló el antiguo portón de dos vientos. Ni los perros osaron acercarse. ¡Quiero chupar carajo! ¿Dónde mierda se metieron estas hijas de una Gran Puta? ¿Viste lo que te dije? Estas boludas de mierda ya ni cogen carajo. En el fondo del zaguán se encendieron pálidas luces verdes y rojas mientras una mujer semi-en-bolas se acercaba alumbrada por la oscilante y fantasmal luz de una linterna. La patota acompañó sigilosa los pasos firmes del Gordo atravesando a grandes zancadas el patiecito delantero del quilombo. ¡Lucy! ¿Qué carajo están haciendo? Quiero chupar. Que despierten a todas las pendejas. Me tienen podrido. Histéricas de mierda.


Lucifer riré Lucifer jevy
El gran culo de la madama. Por supuesto. Pero la verdadera historia de Lucifer no pasa por ahí. Se trata en el fondo de hacer patria. Lucy, oriundo de Caraguatay, fue alguna vez Lucindo, pionero en el trasvestismo nativo; aviesamente criado y malcriado en Asunción por aquellos rotundos maricas paraquarios de los buenos tiempos. Otros sostienen que Lucindo/a vio la luz por primera vez en realidad en la atávica sala de partos del viejo Hospital de Clínicas. Sus anonadados padres y la partera actuante, según afirma un antiguo decano de esa casa de estudios, quedaron estupefactos ante el fenómeno. Primer caso confirmado de hermafroditismo completo en el país.


Omanó takó-ari.
Morir como los camiones viejos. Aun así no pasaba de ser una metáfora. Intoxicaciones de la palabra. La estampilla galáctica. Llegamos a la parrillada El Futuro. Nos atendieron en el traspatio. Brilló una parrillada completa, medio fría. Y cerveza para yerar. Parecía la última cena. Parecía el monte de los olivos. Amohapópe. A esa hora ya nadie podía pedir coherencia. Rebrotaba el indio. Candado. Era lindo. El recuerdo del mito andrógino más plausible. Autocomplaciente. Pacífico. Fundador de la civilización. Mejor que los grupófilos. Que los ascetas. Aun que los aristócratas. Exquisitos gua´u co-no-ce-do-res. A penetración constante. Los dientes se movían devorando la carne fría, mientras clareaba francamente.


Profesión de fe.
¿Malo-malo-bueno? Bueno-bueno-malo en el fondo, más bien. Las transmigraciones de los leucocitos. El auge de la imbecilidad colectiva. La gordura genética. El desorden de las viandas y las lenguas. La ataraxia atarantada. La sangre seca. La podredumbre. Construir mba'é mega-ascensor turístico a los infiernos del Dante y Homero, para lucrar con la barbarie. ¿Quién destartaló el imperio de los mayas? ¿Quién degeneró la Atlántida? ¿Quién multiplicó a los chinos? Algo teníamos que hacer. Por nada del mundo me perdería la próxima reencarnación. Empecé a saltar como un chimpancé y a gritar como loco en un idioma inentendible. Y dio resultado. Che hermanokuera taguató-pytänguy partida: ñandeapohá-ko ndoguahëi avavé. Koäva indio-atyra ndoguatasei. Ndoikuaái ndajé. Ndoikua´asei. El amor. El aura. Nambré. Ndojejuhui la ontendemimia la ñaneporte-tujápe. Ñane santo-oficiope. Cuerpo adentro hay que andarse con cuidado. En estas latitudes cualquier cosa es un riesgo. Y no seré yo, ni poxi-pol ni San Pi(chin)chón el que pueda devolver(te) tu buena cara... de cadáver insepulto, para seguir trucando y tiritando entre desperdicios, sonrisotas y adioses pegajosos, pasajeros. Perdiste. Y ni siquiera fuiste vos. Hurgo-hundo y revuelvo-revoltijeo entre marañas y no encuentro. Hagamos cola y culo atrás. Imposible restaurar-restañar la enorme estantería descompuesta. Jopi kuarahy. Hatä ojupi... nte. ¿Ohupyty? Nagueroviai.

Geografía mínima.
Me niego a ser un escritor profesional. No vale la pena. Me niego a ser profeta, héroe, santo o defensor de tantas cosas imposibles (opáma la verbo, opaitéma la cosmogonía-kuera, ro´upáma la lógica). Me niego a ser paraguayo, uruguayo, europeo, yanqui o chino (es igual). Me niego a ser esquimal, mby´a, guaikurú, morocho, amarillo, negro, pielrroja... Me niego a ser idiota, genio, malhumorado, raro, impertinente. Todo cansa. Me niego a ser. Y no me vengan ahora ni después con lamentaciones o vítores. Ore-katu la perseguidoité. Garmesán tera keronséngui. Ha´ekuera-ko ndoponderai orerehé. No comprendéi ore sistema, ore mundo-apytepe. Ndoikuaasei mba´eveté ni-kaúre ore protesta sistematiko-pe. Cielo arriba derrengan caparazones disonantes. Susurran drogas. Ahuecan alas. Tekoreí-partida: creen que la felicidad se alcanza apenas viviendo. Ha ñandé aveí (jarrekonocéke lo-mitä) naporokambiamo´ái. ¿Los Alkones Rozados? ¿Ajépa ñaneinkorregible? Contemplo infinitas copulaciones pululantes. Guerras indoloras. Y muertos por casualidad. Ha´ekuera ohenduporä katú. Ha´ekuera oñedefendente. Tomanó. Como dicen que dijo el maestro: muchos parecen ser los llamados y muy pocos los precavidos. Iporäta hína (sapy'areiröguareicha) la pombero okule´ane formalmente ijupekuera. Oiméne umicharö ikatú ojekorregíta. Sin tiempo, sin cuerpo y sin detalles superfluos: la eternidad es un chiste. Ñane yvaga ha´e katú peteï oga michimi, aserrín apytepe, oparupi. ¿Ajépa iporä? ¿Ajépa igustosova?


¿Apurope mante?: no gracias.
Siempre queriendo descubrir mundos. Y curiosamente aquí están todos (y sobran): los que soñé, los que imaginé, los que intenté, los no nacidos y los nunca imaginados. Al pedo. Los inalcanzables. Se huele algo de tristeza y siempre en el fondo: esa maldita pizca de humor que nunca acaba de evaporarse del todo. Ore misión-vaí ha´e (ha´ekuera he´iva) jaku´ipaité ojepresentaröguaré, sapy'ánte. Orefrentepe: yvá, yvaga, umicha. Jakurupaitetante anga oimeraëvante. Es una risa: la simetría. Sin embargo existe toda una categoría de muertos que insisten en acercarse a los vivillos. ¿Para qué? Kavajú, avá, ryguasú: enteropaité ipochy ñane rembiapó productope. Haékuera ko ipochyreí. No entendéi la biblia, la asunto ojetratava. Ha´ekuera ko noponderái Tupá ni Ñandejarare. Tembó partida. No entendéi mba´eveté Kiritó, Mariskalope ha Etroner he´i akué. ¿Guarañol? La estúpida teoría de la energía.


El idioma de los muertos.
Ñandé ko la pueblo elegido. Ha ñandekuetente, oreñó roikua´a upéva. ¿Ajépa aveí upéva ndaigraciai? Ndovaléi-ko upéva chekompañerokuera. Oreñóreí roikóva. Oré katú roprotestasé, manifestación ma´ëmbo, Kiritó hoga-frentepe mba´e. Ha upéva aveí ndovalei. Mba´epiko roguenohetava rojapone umicha. Mba´eveté. ¿Delicias de la ingratitud-ingravedad? Ndajé. Esta flojera de retortijones achatados. Si no me dan las piernas, el inodoro ni el espanto. Presiento el desparramo. Deben ser mis martirios recurrentes. ¿Rayando sangre se respira mejor? Pacencia chermanokuera kupií-partida. Ñandé ko (ikaturö) ñatanteata. Ñatanteante ndikatuichéne-mba´e javiví oreapyteguiolado oreñó tranquilopá. Ndajaikatuiramomba´e rohasá ñane vida kañyhape, kirirïhape, mba´eapohape. ¿Ndejaikatumo´ai? Anichéne. Japrokuráta. Ñaha´äta. ¿Mis doce apóstoles? Juda-memeté. Alcornoques alocados, siempre prestos al salto al agua sucia.


Ñane authentical way-lo-life.
¿Ha mba´e he´ita anga ha´ekuéra? ¿Ha mbaupe ñandé ñapenata ijehegui? Upeva katu iproblemaité. Que escuche el que tiene dientes. Y escupa el que perdió la voz: enhorabuena. Ñande javivita tranquilopá. Taguató-pytanguyportetujape. Yma tiempopeguareicha. ¿Napendemandu´ai-pikó lo-mitä, kuñá, mita´i? ¿Ajépa peneakävaí, peneakäkurú? ¿Ajépa pene indio, pene kaigué, pene dejado-atyra? Estoy diciendo que los muertos tenemos un idioma. Mínimo-minimorum: michimi. Ñamba´apókena lo-mitä. Japensá, jakalkulá, jafilosofá ha jameditákena. Jaleé ha jañe´e, jakonsientisákena ñaneprójimo proletario, ñaneirü kaigué, ñanerapichá imembyvéa, imboriahuvéa, iñinutilvéa. Melodías poco convencionales. Aflicción. Nada de oficio. Y poco condimento: lo que nadie pensó. Oíd mortales: suena simpático. Sin sentido y sin fondo terminan las desgracias y el circo sacrificial. Ñamba´apota katu lo-mitä. Ha upeicharö oré roganata, oré rotriunfata, oré roimponeta ore pensamiento, ore sistema, ore autentical-way-of-life.


Bombachita kunu´ü.
Agacháte nena linda, agacháte che mamá, a ver si poro-al-descuido ta-ma´ëmi nde tatú. Takoari ñamanone, tamanomi che-kambá. Bombachita-a-motare amanoseté, ahechane hakure nde cuarto-ipyguiolado. Por siempre-ngo a consentí (vyroreí de las vyrezas), ahëtusé de las cortezas, ykere nde tatu´i. Maiteí cheve: peteí, la cabecita amoïro, el resto tembo-reí. Bombachita kunu´u, koanga añepyrü el baile con insistencia: anichéne la pendencia... che intrumento nderaihú. Las chifladuras tienen sus cosas, su mate amargo, su tereré lavado. ¿Erótica häu? Juro que me alzaré en enero. La concha del jabalí rompió el condón rutilante. Pobre tipo chera´a comentó Engelberta, la que siempre anduvo (obviamente) con la concha abierta.

De La conspiración de los ginecólgos, de Jorge Kanese
[Jakembo editores, Asunción, Paraguay, 2006]


enviado por Douglas - às 15:26:58
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quinta-feira, 16 de fevereiro de 2006

Será apresentadu al público en Asunción del Paraguay o livro de Jorge Kanese KONSPIRACIÓN DE LOS GINEGÓLOGOS que acaba de ser publicado por los amigos de JAKEMBO EDITORES, los poetas Montserrat Alvarez et Cristino Bogado. La nueba editora de Asunción está publicando lo melhor de la poesia paraguaya contemporânea, como los textos de Joaquim Morales y Jorge Kanese, pero tambien textos de buenos escritores de otros países, como u excelente poeta peruano Miguel Idelfonso. Sigue aqui la inbitacion enviada por Cristino y Montse. Lea tambien el prólogo al Konspiración. Quero muito estar en Asunción celebrando con elles la kospiranción kanesiana con mucha cerbeza, vino, empanadas, croquetas, porros y lecturas. Quem estiver em Asunción y gusta di literatura viva y innovadora non se lo puede perder. Es lindo oubir u grandi Kanese leyendo sus cosas.

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Este martes 28 de febrero, en el auditorio del Centro Cultural de la República "El Cabildo", sito en Avenida de la República y Chile, a las 20:o0 horas, Jakembo editores presentará el quinto volumen de su colección de poesía Theis Moira: La conspiración de los ginecólogos, del conocido escritor Jorge Kanese. Presentarán la obra Montserrat Álvarez y Cristino Bogado, quienes comentan en el prólogo: "Los tiempos finales se visten con la terrible alegría de la desesperación, con el paroxismo triste y jovial de la fiesta, en un éxtasis de misticismo y lujuria. ¿Finis Austriae? Tibio. ¿Apocalipsis feliz? Tibio aún. ¿Petrogrado (esa San Petersburgo eslavófila) antes de la revolución bolchevique? El predicador alucinado del burdel no es Rasputín, sino el Gordo. Lanzando insistentemente sus 'sopapos espirituales', como él los llama. Despertando a la revelación del comienzo del fin como un profeta o un iluminado, como un iracundo starec con un burdel como ermita o como PC proselitista para perifonear sus verdades". Jakembo editores, novísimo sello "independiente, akãhatã y noisy", inició sus actividades en diciembre de 2004 y ahora se complace en materializar este "singular tour de force joyceano del yopará más procaz y delirantemente diglósico". Jorge Kanese, el mítico autor de Paloma blanca, paloma negra, libro que tanto inquietara al ancien régime stronista, ha publicado, entre otros títulos, Kantos del Akantilado (Editorial Alcándara, 1987), Alegrías del purgatorio (Editorial Arte Nuevo, 1989), Indios-go-home (Editorial El Augur, 1994), pero desde mediados de los 90 su obra circula exclusivamente en ámbitos particulares mediante las impresiones caseras de su sello artesanal Ediciones De-Entrecasa, siendo éste su primer lanzamiento "público" después de diez años. La entrada es libre y gratuita y la invitación se extiende cordialmente a todos los interesados.

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Prólogo a KONSPIRACIÓN DE LOS GINECÓLOGOS

Protréptico para el reino de la Nada

Una trilogía inversa, inversa desde el punto de vista del orden cronológico del mundo de la vigilia, obedece, sin embargo, al orden (o al "desorden") de otro mundo paralelo a éste y al que la luz diurna suele borrar. Ajeno al espacio temporal rectilíneo de la lógica de lo "real", de la Historia ("aquí empieza, o aquí termina, esto o aquello"), de la Causalidad (y, por ende, del Pecado y de su expiación o su castigo: "a esto te han conducido tus acciones"), de los Silogismos ("de esto, pues, se sigue necesariamente esto otro", etcétera), de las Teleologías (y, en consecuencia, de todo pensamiento soteriológico, y también, en el fondo, de todas las promesas de redención, sobrenaturales o mundanas), el otro tiempo del sueño y del inconsciente gobierna la "inversión" de esta trilogía. La más moderna de las oniromancias, que es la psicoanalítica, descubre (como, por otra parte, todas las oniromancias lo hicieron siempre, desde el bíblico relato de José, y aun desde antes, sin duda, las más antiguas) el contenido latente debajo de lo patente, el relato escondido detrás del manifiesto. Esta inversión con la que Jorge Kanese ("Jorge K.", o "K.", pues, kafkianamente) subvierte el verifi-cable orden fáctico que ha gobernado en la "realidad" su escritura y su historia cuestiona ese orden al explicitar más hondas estructuras: las del -inverificable- tiempo sin tiem-po, las del tiempo otro de lo impensado. Así pues, en el sen-tido más propio (¿más radical?) del término: un libro subver-sivo.
Siendo una trilogía inversa que sigue el orden del discurso onírico, comencemos por Halcones rosados, donde una voz perora sus alucinaciones apocalípticas (como Empédocles antes de lanzarse a las llamas del Etna) en la atmósfera de pesadilla de las microfonías, los zumbidos, los efectos Larsen, las oscilaciones de ondas de radio cabalgando tormentas en su viraje cósmico (o de cambio de ciclo, acaso), la voz quizá de uno de los "Carlos", pero ahora demente, que declara un coup d'etat a la realidad... Los Halcones no son aquellos, que nos fastidian desde 1961, denunciados por el anarco-capitalista Antonio Escohotado, sino una panda de granujas erigidos en decadentes inteligentes que toma su nomenclatura de gran guiñol de una supuesta enciclopedia tardomedieval ñembo borgiana que registra esta especie de falcónidos que por un exceso de fecundidad, para mayor gloria de la superación darwiniana, termina desapareciendo: su propia vitalidad, paradójicamente, los mata. Su rareza, su "queeridad", si se nos permite el neologismo anglicizante, es más caricaturesca que literal, pero idónea, en todo caso, para practicar, con arte, todos los excesos propios de ciertas sectas heterodoxas ?como la de los jlysty, famosos por haber servido de humus a la carrera falocrática de gente como Rasputín?. El dramatismo y la paradoja del radical viraje del mundo (el fin del stronismo) sorprendiéndolos vocingleros y pedantes en un burdel evoca la intensidad extravagante de los ambientes eslavos (recordemos que Kanese tiene sangre rusa), desde Dostoievski hasta el Underground de Kusturica. El poema se extiende sobre, o se pierde entre, el híbrido ruido de fondo de un jopara que exhibe los dos genitales del hermafrodita (ideal) paraguayo. Del poeta paraguayo: primer genital, el español (fálico, agnativo, señorial) y, segundo genital, el guaraní (matricio, cognativo, yanaconizado). Los tiempos finales se visten con la terrible alegría de la desesperación, con el paroxismo triste y jovial de la fiesta, como en Kusturica, en un éxtasis al mismo tiempo de misticismo y lujuria. Pero Kusturica en el fondo juega a veces demasiado con un realismo mágico algo tópico que quiere obnubilar y destensar por medio del asombro carcajeante, mientras que esta voz hermafrodita nos conduce hacia aires más abismales y mefíticos. ¿Finis Austriae? Tibio. ¿Apocalipsis feliz? Tibio aún. ¿Petrogrado (esa San Petersburgo eslavófila) antes de la revolución bolchevique? El predicador alucinado del burdel no es Rasputín, sino el Gordo. Lanzando insistentemente sus "sopapos espirituales", como él los llama. Despertando a la revelación del comienzo del fin como un profeta o un iluminado, como un iracundo starec con un lupanar a manera de ermita o de PC proselitista para perifonear sus verdades. Esnifando sus dos últimas líneas raquíticas de merca, chupando su whiskey mau, culeando niñas destinadas a la virginidad, todo su cuerpo verbal tiembla con la epilepsia de los oradores semibestiales de la época pasada, del ancienne régime stronista. Su vulgaridad y su argelería acercan por momentos a este Gordo a otros célebres obesos de nuestra pequeña y reiterativa historia. Pero lo suyo es liderar una estrategia para fines infinitos Quebrar letras y palabras para "apenas" dejar un mensaje. Un simple y clásico protréptico, no para políticos y gobernantes que sueñen con utopías y reformas, con islas puras e incontaminadas? Nueva Creta, Pala, Zardoz, la Polis platónica, San Ignacio Guasu, etc.?, sino para el jefe del reino llamado Nada.
La segunda sesión de análisis, psico-poë-analítico, es El Xamán Xapucero. Han sido remontados la exhortación furibunda, el énfasis vehemente, el rotundo patoterismo verbal. El falansterio-burdel y su santón-proxeneta han dejado lugar al brujo conservador. El Gordo enajenado cede el paso al Xamán Xapucero; la secta de los Halcones, a un linaje estéril y en peligro de extinción. Ciertamente, el chamanismo tuvo su origen un poco más al este que la Santa Rusia. Su lenguaje puede ser japucero o japulo, pero no chapucero. Su arte para curar o salvar no es una mentira, pero puede ser, en cambio, torpe, impotente, "chapucero". Su mensaje es más modesto, menos "grosso", menos imponentemente gordo. Se limita a insinuar que el mal ha muerto (lo que está en todas partes no está en verdad en ninguna) y que, por ende, es imposible ya encabezar revoluciones sangrientas, trastrocamientos radicales de la gramática, cumplir, en suma, con la misión hereditaria del chamán. Que sólo podemos ahora chapucear en el chapurreo del jehe'a del jopara nuestro de cada día. Mal de la lengua que lo invade todo, como un virus borrougsiano, desde los experimentos de vanguardia hasta las bromas inofensivas pero rentables de los mass-media ?véanse los periódicos y su monótono y necio cuchicheo salmodiado como mantra auto-complaciente para demostrarse que sí, que son un poder, aunque se trate solamente del cuarto?. Incluso el poder ejecutivo lo esgrime como un slapstick chaplinesco en sus puestas en escena ?siempre chapuceras? cotidianamente.
La conspiración de los ginecólogos es el punto final de la inmersión oniromántica, fin que sin embargo, de algún modo, es también el comienzo. ("Lo primero por lo último", dirían los griegos, "ústeron próteron"). El fin, porque hay un regreso a lo colectivo, al imperativo del "hacer juntos", a la desconfianza frente a lo individual. Porque ya no hay lugar para liderar revuelta alguna, pero persiste la farsa de un supuesto cambio. Ahora en manos de los ginecólogos. Y los conejillos de indias son, no el mundo, la cultura o la literatura, sino la pareja doméstica, íntima, edípica, psicoanalítica. Los sexos separados que, según El banquete, sueñan con su reunión en un narcisismo pleno y prístino. Pero es el comienzo porque la voz, en este tercer texto que da título a la trilogía, parodia la de los tiempos aurorales, jahvistas, de las cosmogonías y su mítico primer día, el de la creación, y el locus amenus de su edén inocente: «Koncha dijo y el cetro rompió. La última zanjita. El kaos se enlenteció. El hastío y la melancolía abarcaron casi todo. El trabajo como castigo se expandió y ocupó hasta los reductos más impensados. KXK xiöli fue el primero. Quiso ser patriarca, guerrillero. Salvador, surrealista. Murió en el anonimato y la desolación. KXK xyke (pe) el segundo. Menos comprometido que comprometedor se abocó a los suyos tratando de evitarles lo inevitable. Criticoneando y sermoneando a full. Conoció a la (única) auténtica Xamana Xapucera andante y (calentón incurable) se enamoró de ella. Aterido de tanta iluminación sexótika murió dudando hasta de su capacidad curativa. KXK ky'a heredó el mando. No hizo gran cosa (fue lo mejor que hizo). Más conocido como KXK xiriki por su inveterada costumbre de darle duro y parejo al trago y a los trances. Hoy (el-K-suscribe) he heredado el sis-tema. Me llaman KXK ipahaguë, ambu'a, angaite. Alias tem-bó». Parodia de la Biblia nacional: el himno patrio. Y sin embargo la voz, a pesar de encontrarse al inicio del libro, piensa ya en el mejor método para morir. Pese a que sucumbe momentáneamente al complot copulatriz y se embriaga con la enumeración de los sustantivos genitivos, fecundadores, lujuriantes. No puede hacer otra cosa, pues estos son los instrumentos que posee para alcanzar una levitación capaz de suspender la historia y sus angustias, la sensación de derrota, impotencia y desesperanza que constituye, bien sabido es, al hombre moderno. Elevación paralela al florit de la carne, a la espuma del orgasmo. Palingenesia desatada por el verbo, por otra parte, precisamente en el momento en el que el hombre considera con seriedad su fin. Asistimos así a la irrupción revitalizadora, en tan macabro ambiente, de la alegría ado-lescente de pronunciar "las grandes palabras prohibidas". De hablar del sexo y la muerte. De la creación y la desaparición. En este punto de la estructura oscilante ?de puertas batientes, de dos vientos? del libro nos detenemos paralizados ante una sospecha. La estrategia de Kanese, ese hacernos recorrer la (ir)realidad cronológica de su experiencia onírica mediante una escritura de raíces al descubierto y ramas subterráneas, cobra aquí todo su sentido. Como el espermatozoide-Woody Allen en Todo lo que siempre quise saber sobre el sexo y nunca me atreví a preguntar, o como los chamacocos primigenios tras el anabser Nemur, el último dios salvado de la matanza originaria, corremos fuera de lo conocido, la realidad caótica y enceguecedora, hacia el punto de luz que promete borrar la maldición de la ley de la germinación y de la muerte: la travesía inversa aspira a desbaratar esa estructura demiúrgica chapucera, narratológicamente idiota, para hozar en el ombligo del sueño del poema. El lector deberá tener más astucia que Alejandro, más sabiduría que Edipo o más virtud que Arturo en esta ocasión. Iñaka yagua la iñua. Su espada guerrera son su padre y su madre fusionados. Desatar el nudo de lo perverso o destruir lo monstruoso no es parte del juego. Sí, en cambio, seguir anudando y enredando más aún, inven-tando neologismos, construyendo solecismos, asumiendo nuestra inevitable errancia onirológica y el círculo vicioso de su nihilismo y, cansados ya de la música de unas esferas final-mente oxidadas después de tanta Historia y tantos siglos, girar, ebrios, sobre el ruido de fondo del jopara de ese híbrido de sueño y realidad, poesía y prosa, sentido y absurdo: el mundo que nos es dado, este "cuento de un idiota, lleno de ruido y de furia". Magia de anulación (de lo real) que reproduce, pero en sentido contrario ("inverso"), los actos del hechicero al que combate para acabar con su maleficio, este libro chapucero y chamánico es el rito de un mago que recorre los hechos al revés para anular el embrujo de lo sido y hacer posible el sueño de lo que no fue nunca.

Montserrat Álvarez y Cristino Bogado.
Asunción, viernes 3 de febrero de 2006

enviado por Douglas - às 15:10:17
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